terça-feira, 15 de outubro de 2013

Uma novidade da SNCT Uberlândia, neste ano, é a transmissão do evento ao vivo.

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Losartan começará a ser testado associado à quimioterapia em pacientes com câncer de pâncreas

Um medicamento usado para controlar a pressão arterial poderia ajudar a aumentar a expectativa de vida contra o câncer. Após testes bem-sucedidos em camundongos, os médicos planejam dar losartan a pacientes com câncer do pâncreas, um dos mais preocupantes tipos de tumor, segundo um artigo da "Nature Communications".

Pesquisadores do Hospital de Massachusetts estão recrutando voluntários com câncer de pâncreas para testar a combinação da nova droga com quimioterapia. Embora o tratamento não os cure, os pesquisadores esperam que ele garanta mais meses ou anos de vida.

O losartan vem sendo usado por mais de uma década como um medicamento para controlar a pressão arterial. Ele funciona por fazer os vasos sanguíneos relaxarem ou dilatarem, de modo que eles possam carregar mais sangue, aliviando a pressão.

A equipe de Massachusetts descobriu que a droga é benéfica em camundongos com câncer de mama e pâncreas. Ela melhorou o fluxo de sangue em volta dos tumores permitindo que a quimioterapia atingisse mais precisamente o seu alvo. Os roedores que receberam o remédio sobreviveram por mais tempo.

- Este é um estudo interessante em camundongos que lança luz sobre por que drogas para hipertensão podem melhorar a eficiência da quimioterapia, mas nós ainda não sabemos se elas funcionam exatamente da mesma forma em pessoas - afirmou à BBC a pesquisadora Emma Smith, do Centro de Pesquisa de Câncer do Reino Unido.

Fonte: Jornal da Ciência.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013



Nesta terça e quarta-feira, dias 15 e 16, durante o dia todo, será realizado no bloco 5R do campus Santa Mônica, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), o Brincando e Aprendendo. O evento, aberto ao público em geral, já tem presença confirmada de mais de 1.200 estudantes de escolas da cidade e região. Eles participarão de atividades lúdicas e interativas relacionadas à ciência em geral, entre elas “Experimentos em Química: a Química no Cotidiano”, “Brincando e aprendendo com jogos matemáticos”, “Brincando com a Física”, “Educação em Saúde”, “Esporte e Saúde”, “Saliva, estresse e exercício”, “Aprendendo com os sentidos” e “Baile das Fadas”.

O Brincando e Aprendendo faz parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em Uberlândia e tem como objetivo promover a inclusão social por meio da educação científica. “A ideia é despertar o interesse dos jovens para a ciência, permitindo o desenvolvimento de habilidades, como observar, levantar hipóteses, sugerir métodos e caminhos, propor mudanças de atitudes perante os fatos da sociedade e do cotidiano. Assim, eles se tornarão cidadãos críticos e aptos para viver na sociedade contemporânea, marcada pelos avanços da ciência e tecnologia”, diz a professora Sílvia Martins, coordenadora da SNCT em Uberlândia.

Mais informações pelo telefone (34) 3230-9517.
Neste ano, temperatura média do planeta será mais alta do que qualquer outra registrada até 2005

O mundo já tem um ano certo para testemunhar o estrago causado pelas mudanças climáticas. A partir de 2047, a maior parte do planeta terá uma temperatura média superior à registrada em qualquer outro período entre 1860 e 2005. O impacto do aquecimento global em florestas e recifes de corais reduzirá a oferta de água e alimentos, além de comprometer a biodiversidade e a sobrevivência de diversas espécies.

Os trópicos serão a primeira região do planeta a arcar com as consequências das mudanças climáticas. Rio e São Paulo, por exemplo, verão o termômetro registrar um aumento de aproximadamente 2 graus Celsius até o meio do século. O cálculo, publicado na revista "Nature", é de uma pesquisa da Universidade do Havaí.

- Pense no evento mais quente e traumático que você já experimentou. Ele, no futuro, será um fenômeno normal - explicou Camilo Mora, autor principal do estudo. - Vemos, hoje, cada vez mais notícias sobre pessoas que morrem devido a ondas de calor. Não tenho dúvidas de que este número vai crescer.

Em entrevista ao GLOBO, Mora avaliou que o aumento dos eventos extremos é "inevitável".

- Quando deixamos um ecossistema, como a floresta tropical, exposto às mudanças climáticas, haverá uma menor oferta da comida e da água que precisamos. A redução da produção agrícola e da pesca são exemplos de como a sociedade não pode fazer vista grossa para os eventos climáticos - explicou.

O calendário do caos, porém, ainda pode ser alterado. De acordo com a pesquisa, as temperaturas recordes podem ser atrasadas em 20 ou 25 anos se houver um esforço global para controlar as emissões.

Parece pouco, mas, neste período, o homem poderia desenvolver uma tecnologia que ajudaria sua adaptação às mudanças climáticas.

- A realidade é: não importa o que façamos, vamos sofrer com os eventos extremos, como o aumento da temperatura. Mas isso não é desculpa para cruzar os braços - alertou Mora. - Teremos que passar por um teste, a adaptação a um novo ambiente. Vale a pena discutir como podemos ganhar tempo até desenvolvermos um meio para que esta transformação seja menos traumática.

A equipe de Mora usou a projeção de sete variáveis climáticas, como índices de precipitação, evaporação, transpiração e a temperatura da superfície do mar, assim como 39 modelos do sistema da Terra. A partir daí, os pesquisadores averiguaram qual seria a temperatura em mais de 10 mil regiões do planeta até o fim do século.

No Rio, atualmente, a temperatura média anual é 23,5 graus Celsius. Em 2050, será 26 graus. Em São Paulo, passará dos atuais 22 para 24,5 graus Celsius.

Na apresentação das projeções, Mora descreveu os estudos sobre o clima como uma "junção entre a ciência, o público e a economia. Por isso, não é de se estranhar que qualquer nova descoberta provoque grande interesse do público, mas também seja altamente politizada. O grau em que essas descobertas podem gerar mudanças positivas é frequentemente afetado por ataques à credibilidade da ciência".

Outros cientistas não envolvidos com a nova pesquisa concordam que a redução das emissões teria um maior efeito a longo prazo, diminuindo o risco de que o clima alcance em breve um ponto em que o desencadeamento das mudanças climáticas torne-as catastróficas. Para eles, o estudo de Mora é uma forma mais didática de apresentar ao público algumas conclusões que já eram debatidas pela comunidade científica.

- Se continuarmos com o atual padrão de emissões de CO2, vamos empurrar os ecossistemas para condições climáticas que eles não apresentam há milhões de anos - alertou Ken Caldeira, climatologista do Instituto Carnegie para a Ciência, da Universidade de Stanford.

Fonte: Jornal da Ciência.

domingo, 13 de outubro de 2013

A produção científica das universidades de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista (Unesp) poderá ser encontrada e acessada livremente em breve em um único portal na internet. Trata-se do Repositório da Produção Científica do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas, lançado durante a sessão de abertura da 4ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (Confoa), dia 6 de outubro.

Criado por iniciativa e com apoio da FAPESP, alguns dos objetivos do portal são reunir, preservar e proporcionar acesso aberto, público e integrado à produção científica dos pesquisadores das três universidades estaduais paulistas, que são as que mais publicam artigos científicos no país, de acordo com a última edição do SIR World Report, divulgada em julho pela Scimago Lab.

O portal reunirá teses, dissertações, artigos, livros, resumos e trabalhos completos apresentados em reuniões e congressos científicos, entre outras publicações disponibilizadas pelas três instituições nos repositórios de dados na internet que começaram a desenvolver nos últimos anos.

“A USP começou a criar em 2009 um sistema de gestão de sua produção científica em meio eletrônico – que envolve acesso ao conteúdo, preservação digital e, principalmente, o controle dos direitos autorais – e, no final de 2012, lançou sua Biblioteca Digital da Produção Intelectual”, disse Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas (Sibi) da USP, à Agência FAPESP.

“Uma vez que fomos a primeira das três universidades estaduais paulistas a iniciar esse processo, a FAPESP começou em 2012 a conversar conosco sobre a possibilidade de desenvolvermos uma estratégia para possibilitar que, além da USP, a Unesp e a Unicamp também tivessem seus repositórios e para criarmos um portal do Cruesp [ Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas] que reunisse os repositórios das três instituições”, contou Ferreira.

A metodologia utilizada na construção da Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP foi seguida pela Unesp para desenvolver seu Repositório Institucional , lançado em fevereiro.

Por sua vez, a Unicamp também começou a desenvolver a sua Biblioteca Digital da Produção Científica e Intelectual, que atualmente está incubada no Sibi da USP e deve migrar, em breve, para o servidor da universidade campineira.

Agora, com os repositórios das três universidades paulistas prontos para operar, a ideia é integrá-los pouco a pouco no portal do Cruesp que conta com uma ferramenta de busca já utilizada pela USP para integrar as bibliotecas digitais de suas unidades.

“A ferramenta de busca do sistema se conecta todos os dias com os repositórios das três universidades, extrai os dados armazenados, desduplica [elimina os duplicados] e os insere na base do portal do Cruesp para que possam ser acessados pelos usuários”, afirmou Anderson de Santana, gestor de acervos do Sibi da USP e um dos pesquisadores participantes do projeto.

Conteúdo inicial
Por enquanto, o portal do Cruesp reúne cerca de 56 mil artigos científicos, publicados entre 2008 e 2012 em revistas indexadas na Web of Science. De acordo com os coordenadores do projeto, a meta é publicar artigos científicos também incluídos em outros indexadores científicos, como o Scopus, além de outros tipos de publicações, como livros, resumos e trabalhos completos apresentados em reuniões e congressos científicos.

Individualmente, as bibliotecas digitais das três universidades já vêm trabalhando com outros conteúdos, que não apenas artigos científicos.

A biblioteca digital da USP, por exemplo, já dispõe de vídeos e dá acesso ao portal de teses da universidade – o maior do país, que será integrado ao portal do Cruesp. O repositório da Unesp também possui, além de artigos, recursos educacionais, livros e teses, entre outros materiais.

“Esses cerca de 56 mil artigos já incluídos no portal do Cruesp representam apenas o embrião do projeto e uma infraestrutura básica para iniciar os trabalhos”, disse Ferreira. “A ideia é que as bibliotecas digitais das três universidades comecem a inserir, a partir de agora, cada vez mais materiais no portal.”

Desse total de artigos, 29 mil foram publicados por pesquisadores da USP, 25 mil pela Unesp e outros 2 mil pela Unicamp – que ainda possui poucos artigos no portal porque iniciou mais recentemente a gestão de sua produção científica na internet.

Muitos desses trabalhos foram escritos em coautoria – reunindo pesquisadores de mais de uma das três instituições – e são registrados e armazenados no portal do Cruesp como documentos únicos.

“Os artigos que estão armazenados nos repositórios das três universidades só aparecem uma vez no portal, porque não faria sentido registrá-los três vezes”, explicou Ferreira.

“Se fôssemos somar o conteúdo dos três repositórios, daria mais de 60 mil documentos. Mas, 56 mil documentos únicos já é um número muito expressivo e tende a crescer muito”, avaliou.

Vantagens operacionais
Do total de 56 mil artigos já armazenados no portal do Cruesp, 70% estão disponíveis em acesso aberto e os outros 30% ainda são de acesso restrito às universidades – que são assinantes das respectivas revistas nas quais os trabalhos foram publicados – ou estão embargados pelas editoras para publicação em acesso aberto.

De acordo com os coordenadores do projeto, uma das vantagens da integração dos repositórios das três universidades estaduais paulistas no portal do Cruesp é facilitar o acesso e a busca de informação pelo usuário, que não precisará pesquisar nas bases de dados individuais das três universidades para encontrar um determinado artigo científico.

Além disso, o portal possibilitará gerar outras informações que não poderiam ser encontradas facilmente nos repositórios individuais das universidades, como os trabalhos feitos em colaboração.

O principal benefício do portal, no entanto, será instituir uma política de publicação de trabalhos científicos em acesso aberto no Estado de São Paulo, ressaltaram os participantes de uma mesa-redonda sobre políticas públicas de acesso aberto realizada no dia 7 de outubro, que integrou a programação da 4ª Confoa.

“O lançamento do Repositório da Produção Científica do Cruesp é essencial para o funcionamento de uma política de publicação de resultados de pesquisas científicas financiadas com recursos públicos em acesso aberto, como a que a FAPESP está instituindo, porque garante o autoarquivo de artigos publicados por pesquisadores da USP, Unicamp e Unesp nos repositórios dessas instituições, vencido o período de embargo estabelecido pelas revistas científicas nas quais os trabalhos foram publicados”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP durante o evento.

De acordo com Brito Cruz, inicialmente a FAPESP exigirá dos pesquisadores que tiveram seus trabalhos financiados pela Fundação que, após publicarem os resultados de pesquisas apoiadas nas revistas científicas que escolheram, disponibilizem o artigo em um repositório (pessoal ou institucional) de acesso aberto o mais rápido possível após o término do período de embargo (que varia de uma publicação científica para outra).

“Estamos implantando a primeira fase da política de publicação de resultados de trabalhos científicos apoiados pela FAPESP, que é relativamente suave, porque diz ao pesquisador que ele pode publicar seus trabalhos onde quiser, mas em um prazo mais breve possível deve disponibilizá-los em um repositório de acesso aberto”, avaliou.

Brito Cruz ressalvou que esse trabalho de disponibilização dos artigos científicos em repositórios de acesso aberto deve ser feito pelas próprias universidades às quais os pesquisadores estão vinculados, de modo que eles não tenham que interromper suas atividades de pesquisa por esse motivo.

“Isso tem que ser feito pelas instituições porque, se criarmos mais esse ônus para o tempo do pesquisador, ele terá menos tempo para se dedicar à pesquisa”, ponderou.

Segundo Brito Cruz, além do acesso aberto a artigos científicos de pesquisas financiadas pela FAPESP, a Fundação analisa formas de implementar o acesso aberto aos dados que geraram os resultados obtidos nos estudos para que toda a comunidade científica possa utilizá-los, como já faz o Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Recuperação e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (BIOTA-FAPESP).

Estabelecido pela FAPESP em 1999 para conhecer, mapear e analisar a biodiversidade paulista, o programa possui uma base de dados aberta – o Sinbiota –, abastecida continuamente de informações levantadas por pesquisadores que tiveram projetos financiados, como dados georreferenciados de coleta, descrição de espécies e mapas de localização, entre outras.

Experiências estrangeiras
A mesa-redonda também contou com a participação de Heather Joseph, diretora executiva da Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition (Sparc), dos Estados Unidos, e João Nuno Ferreira, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de Portugal, que relataram as experiências dos respectivos países na implementação de políticas públicas de acesso aberto.

De acordo com Joseph, o National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, foi a primeira instituição do país norte-americano a adotar uma política de acesso aberto à informação em 2009 em nível nacional.

Em fevereiro, o governo norte-americano emitiu uma diretiva estabelecendo que outras 20 agências federais do país também desenvolvessem políticas de publicação de informação em acesso aberto, de forma que o público em geral também tivesse acesso aos resultados de pesquisas financiadas com recursos públicos.

A diretiva foi resultado de uma petição pública, que coletou no prazo de 13 dias 65 mil assinaturas de defensores do acesso aberto aos resultados de pesquisas financiadas com recursos públicos, além da própria iniciativa do governo federal que, com a diminuição dos investimentos em pesquisa por causa da crise econômica, pretende mostrar aos contribuintes que os recursos do Tesouro norte-americano são gastos de maneira responsável, contou Joseph.

“Ficamos contentes com essa diretiva emitida pela Casa Branca, mas ela ainda não é uma regulamentação; trata-se de uma sugestão para as agências federais dos Estados Unidos e esses órgãos não sofrerão consequências se não adotarem políticas de acesso aberto às informações”, disse Joseph. “Queremos que o acesso aberto se torne uma lei nos Estados Unidos.”

Já em nível estadual, nos últimos meses os Estados de Illinois, Califórnia e, mais recentemente, Nova York, demonstraram interesse em implementar políticas de acesso aberto a informações geradas por suas respectivas universidades e instituições de pesquisa.

“Estamos um pouco atrasados em relação às universidades brasileiras, mas vemos um grande aumento no número de universidades norte-americanas interessadas em implementar políticas de acesso aberto à informação”, contou Joseph.

“É a primeira vez que os Estados Unidos discutem proposta de implementação de políticas de acesso aberto, ao mesmo tempo, em níveis federal e estadual e no Poder Executivo”, afirmou.

Por sua vez, a FCT de Portugal – com a qual a FAPESP assinou no início de outubro um memorando de entendimento –, anunciou a implementação de sua política de acesso aberto em outubro de 2012, durante a 3ª edição da Confoa, realizada em Lisboa.

A política da instituição estabelece que os resultados de pesquisas realizadas com financiamento total ou parcial da FCT devem ser depositadas no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (Recap) tão logo expire o período de embargo.

“O Recap tem um papel fundamental na política de acesso aberto à informação da FCT, e a comunicação de que os resultados das pesquisas financiadas pela instituição devem ser publicados posteriormente no repositório é feita ao pesquisador no momento em que submete seus projetos à FCT”, contou Ferreira.

Realizada na Biblioteca Brasiliana da USP, a 4ª Confoa terminou na terça-feira (08/10). A coordenadora da Biblioteca Virtual (BV) da FAPESP, Rosaly Favero Krzyzanowski, foi uma das autoras do relatório final da conferência.

Fonte: Agência Fapesp.

sábado, 12 de outubro de 2013

"Ciência, Saúde e Esporte" é o tema deste ano. Evento terá atividades promovidas em todo o país

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2013 ocorrerá entre 21 e 27 de outubro, com o tema "Ciência, Saúde e Esporte". Serão estimuladas e promovidas em todo o país atividades de divulgação, de difusão e de apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados com esse tema.

O tema de 2013 foi escolhido para aproveitar os grandes eventos esportivos mundiais a serem realizados no Brasil, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, que servirão para motivar a população, em especial das crianças e dos jovens, a conhecerem os aspectos científicos, educacionais e de saúde envolvidos nas atividades esportivas.

A SNCT 2013 promoverá e apoiará atividades que estimulem a interação entre o esporte, a ciência e a saúde, mostrando ao público como a ciência e a tecnologia são hoje elementos essenciais neste domínio, particularmente nos esportes de alto desempenho. Nesse contexto, as ações da SNCT pretendem explorar a aprendizagem sobre o funcionamento do corpo humano nos esportes, nos exercícios, nos movimentos e na sua relação com o ambiente externo, do ponto de vista da ciência.

Objetivos da Semana
A principal finalidade da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia (C&T), valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação. O evento pretende mostrar a importância da C&T para a vida de todos e para o desenvolvimento do país. Ele possibilita, ainda, que a população brasileira conheça e discuta os resultados, a relevância e o impacto das pesquisas científicas e tecnológicas e suas aplicações.

Um dos principais objetivos da SNCT 2013 é debater, estimular e fazer atividades em escolas, universidades, comunidades e locais públicos que estejam relacionadas com a ciência, a tecnologia, a saúde e o esporte. Uma educação de qualidade, que incorpore estas dimensões, é um elemento indispensável para possibilitar uma formação cidadã adequada para o desenvolvimento sustentável.

Quem participa
Todas as pessoas interessadas podem participar das atividades da SNCT. Os promotores das atividades são: universidades e instituições de pesquisa; escolas públicas e privadas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas e tecnológicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos e zoológicos; secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação; empresas públicas e privadas; meios de comunicação; órgãos governamentais; ONGs e outras entidades da sociedade civil.

Mais informações no site: http://semanact.mct.gov.br.

Fonte: Jornal da Ciência.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) será realizada em todo o Brasil de 21 a 27 de outubro, com o tema central “Ciência, Saúde e Esporte”. Pela quinta vez consecutiva, Uberlândia participa do evento e neste ano traz novidades: a programação da Semana será antecipada e estendida, ocorrendo de 15 a 31 de outubro. “Devido à grande demanda de atividades, optamos por aumentar o número de dias de realização da Semana. Acreditamos que, dessa forma, o público terá maior oportunidade de participação”, diz Sílvia Martins, coordenadora da SNCT em Uberlândia.

Serão realizados diversos eventos, entre eles: Semana da Física, Brincando e Aprendendo, palestras, oficinas, visitas técnicas, feira Ciência Viva, Ciência no Parque e apresentações culturais. Para o Brincando e Aprendendo, que acontecerá nos dias 15 e 16 deste mês, nos períodos da manhã e da tarde, no bloco 5R do campus Santa Mônica, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), está confirmada a presença de mais de 1.200 estudantes de escolas da cidade e região. Eles participarão de atividades lúdicas e interativas relacionadas à ciência em geral, entre elas “Experimentos em Química: a Química no Cotidiano”, “Brincando e aprendendo com jogos matemáticos”, “Brincando com a Física”, “Educação em Saúde”, “Esporte e Saúde”, “Saliva, estresse e exercício”, “Aprendendo com os sentidos” e “Baile das Fadas”.

A cerimônia de abertura da Semana será no dia 21 de outubro, às 16 horas, no teatro Rondon Pacheco, com a apresentação da peça teatral “Os Saltimbancos”, interpretada pelo grupo Emcantar.

As atividades da Semana são gratuitas e toda a população poderá participar. Confira toda a programação, com os locais e horários de realização, aqui, no blog da Semana.

Breve histórico
A SNCT é promovida anualmente em todo o país, desde 2004, sob a coordenação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com o objetivo de mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia. Em Uberlândia, a Semana foi lançada em 2009, por iniciativa da Diretoria de Comunicação Social (Dirco) e do Museu Diversão com Ciência e Arte (Dica), do Instituto de Física (Infis), da UFU, envolvendo instituições públicas e particulares da cidade. Em 2010, o município de Uberlândia liderou a maior mobilização do Estado de Minas Gerais, com a realização de 467 atividades, ocupando o terceiro lugar entre os municípios brasileiros, segundo registros do MCTI. Em 2011 e em 2012, a Semana teve um acréscimo tanto em quantidade de atividades oferecidas quanto em número de público participante.

Neste ano, a Semana é uma realização da UFU, da Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU) e do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM – Campus Uberlândia), e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (Proex/UFU).

Mais informações podem ser obtidas com a professora Sílvia Martins, pelo telefone (34) 3230-9517.

Para conferir a programação inicial dos eventos, clique aqui.
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